A Associação Nacional de Guardas Nocturnos teve conhecimento da situação e fez um pedido de esclarecimento à Câmara Municipal do Funchal no dia 6 de dezembro de 2022 e até à data desta publicação ainda não obteve qualquer resposta. A ANGN foi entretanto contactada por Paulo Graça, jornalista do Jornal da Madeira onde respondeu algumas questões. Na peça publicada pelo JM consta algumas afirmações que na realidade não foram comunicadas nem respondidas pelo Presidente da Associação Nacional de Guardas-Nocturnos. A autoria da notícia é inteiramente da responsabilidade do jornalista.
A ANGN defende sempre os interesses da classe profissional dentro da legalidade e lamenta que tais situações ocorram nos dias de hoje.
A ANGN (Associação Nacional de Guardas-Nocturnos) expressa sua preocupação com a falta de preenchimento de vagas nas Câmaras Municipais devido a desistências ou não renovação de licenças. É importante que a administração pública garanta a continuidade dos serviços à população, realizando concursos públicos imediatamente após esses eventos para evitar descompasso e garantir a segurança da população. A ANGN e o seu departamento (DARS-GN) realça que tem todo interesse em colaborar como parceira no processo para salvaguardar os interesses da classe profissional .
A Associação Nacional de Guardas-Nocturnos (A.N.G.N.) foi fundada em 15 de abril de 1993, inicialmente chamada Associação de Guardas-Nocturnos. A designação atual foi adotada em 17 de janeiro de 1996, e a associação tem duração indeterminada.
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