O inverno é um período crítico para a segurança das habitações. Casas isoladas, com pouca iluminação, imóveis vazios por férias ou fins de semana prolongados, e residências habitadas apenas por pessoas idosas ou frágeis são mais vulneráveis.
A presença de sistemas eletrónicos de segurança é importante, mas não substitui a vigilância humana. A atuação de um Guarda-Noturno garante rondas regulares, prevenção e dissuasão, e ligação direta às autoridades em caso de emergência.
Antes de sair ou entrar em casa, verifique sempre a presença de pessoas ou veículos suspeitos. Tenha a chave pronta e varie os horários de chegada e saída. Isole dependências externas e utilize luzes automáticas para criar impressão de ocupação constante.
Evite partilhar nas redes sociais que a habitação está vazia ou que está de férias. Desconfie de serviços não solicitados e nunca abra portas a estranhos sem confirmação.
Mantenha sempre à mão os números de emergência e conheça os postos de segurança da sua área. Informe familiares e empregados sobre procedimentos em caso de risco.
Para imóveis desabitados, a presença ativa do Guarda-Noturno é ainda mais importante: rondas frequentes, recolha de correspondência com vizinhos e sinalização de vigilância podem evitar ocupações ilegais. Em caso de suspeita, nunca confronte os ocupantes: contacte imediatamente o proprietário e as autoridades competentes.
A segurança da sua habitação começa com prevenção, continua com vigilância ativa e reforça-se com atenção aos detalhes do dia a dia.
A Associação Nacional de Guardas-Nocturnos (A.N.G.N.) foi fundada em 15 de abril de 1993, inicialmente chamada Associação de Guardas-Nocturnos. A designação atual foi adotada em 17 de janeiro de 1996, e a associação tem duração indeterminada.
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